Por : Pettersen Filho
Sem que saia sequer uma mera Nota de Imprensa, ou em qualquer Meio de Comunicação de Massa, a exemplo da Global Rede Gazeta de Comunicações, ou da Silviossantiana Rede Tribuna, a Portentosa Obra da famigerada Petrobras – Petróleo Brasileiro S/A, no Espírito Santo, encontra-se embargada, tacitamente, sem que nenhuma Decisão Judicial haja sido Publicada, há, pelo menos, 08/02/08, dois valorosos e grandiosos últimos dias, em Vitória, Capital do Estado, demandando a volta para casa de pelo menos trezentos operários, entre empreitados e diretos, sem que Notícia alguma, Decisão Judical, Liminar, que seja, Indicativo de Greve ou Locaute, houvesse, pelo menos, sido publicada.
Que Mistérios haverão sido cometidos, na curta distância que separa a Luxuriante Sede do Tribunal de Justiça Capixaba, na Enseada do Sua, e a Sede da Empresa, Petrobras, representada no portentoso trabalho de instalamento da Filial da Petrobras, na Ilha de Vitória, a poucos metros da DHPP – Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, permanentemente coberta por Indagativos Repórteres, que tudo vêem, na miséria dantesca dodia-a-dia, sem nada, efetivamente verem, que não se dão conta da Notícia?
Como pode uma Empresa, do galardão da Petrobras, ciceroneada pela Camargo Correa e Norberto Ordebrecht, pelo menos, ter seu sepultamento público, morbidamente anunciado, após dois dias de Paralisação, sem Bate-estacas, explosões e outras excentricidades, sem que Meio Algum, democrático ou jurídico, via DIO – Departamento de Imprensa Oficial, do Estado, o Publiquem ?
Que lucro haverão estar tendo, esses homens, sem que ninguém o saibam, ou Denunciem ?
Estaremos, nós, voltando aos nebulosos tempos das palavras fatídicas de Martim Luther King, Pastor Evangélico, na Gloriosa Marcha dos Negros Norte-americanos na Luta pela Igualdade e pelos Direitos Civis, dos Anos Sessenta, quando disse: “O que me amedronta, não é o Grito dos Maus, mas o Silêncio dos Justos”
Onde estarás, vós, Imprensa Brasileira, talvez, perdida entre níqueis e centavos, ou, quem sabe bilhões ?
Que interesses tu defendes, no Orçamento da Obra de Quatrocentos e Noventa e Oito Milhões de Reais, aproximados, diante do Crime Cívico e Ambiental ?
Teu Silêncio, quanto custa ?
Ao acaso, a Eternidade ?